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Espaço Amigos da Literatura: «Oito hábitos para sermos bem sucedidos» Por João Angelino - Portal Vany Musik

Por: João Angelino
Revisão: Estevão Ngundia

1-LER DIARIAMENTE – precisamos todos os dias ler, para alimentar à inteligência e satisfazer os desígnios da alma, tal qual averba o adágio “Assim como desejamos saciar o estômago, outrossim queremos saciar a inteligência pelo alimento da verdade e leituras de bons livros.”

2-ELOGIAR O PRÓXIMO –Elogio é como um termómetro que serve para valorizar os nossos esforços. Todos os dias devemos elogiar, mas atenção, de forma honesta e sincera, o esforço de alguém, dando ênfase aos seus feitos positivos, destacar o melhor dos outros.

3-ABRAÇAR À MUDANÇA- Augusto Jorge Cury, menciona no seu livro intitulado “Seja Líder de sim mesmo”, que para termos controlo e domínio do que somos quer por fora como por dentro e mesmo no teatro da equação da nossa emoção e multiplicação e divisão das nossas alegrias, é necessário amar e casar com à mudança, saber adaptar-se e contornar os desafios.

4-SABER PERDOAR- perdoar alivia a alma. Guardar ressentimento é como dar bofada à si mesmo e esperar que outra pessoa sinta dor, ou ainda, é uma forma preguiçosa de morrer. Tire esse fardo de si e para imediatamente de carregar esse morto.
5-DEBATER IDEIAS- com motivação correcta, humildade, sinceridade, bom senso, tacto e coração sincero, procure todos os dias ter debates agradáveis quer em offline quer em online.

6 -ACEITAR RESPONSABILIDADE- Responsabilidade é prestigio que você não escolhe, ela te escolhe e as pessoas que confiam em ti te comissionam tal responsabilidade, então não fuja, enfrente e aprenda. Desenvolva inteligência e experiências em torno das suas responsabilidades.

7-SENSO DE GRATIDÃO- seja grato todos dias às pessoas que demonstram alguma expressão de bondade.

8-TER OBJETIVO- uma pessoa sem objectivo na vida não passa de um demente, é como um barco sem bússola, não serve para viagem. Todos temos os nossos objectivos (se não, devíamos ter) e procurar investir neles ao máximo, por outro lado, para o alcance dos mesmos, há toda uma necessidade de abdicar das coisas fúteis ou menos importantes no momento, isto é, aplicar ou fazer recurso ao chamado “custo de oportunidade.”
Por isso, temos de saber onde queremos chegar. Onde vai as nossas forças. Qual a nossa missão e visão. Então, há toda uma necessidade de construção dum plano estratégico, que demonstrará se somos só mais um ou temos valências (potencial), melhor dito, que demonstra as nossas forças, fraquezas, oportunidades e ameaças.

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