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Espaço Hip-Hop Huambo: «Falar de Rap e não vivê-lo, pode ser crime?» - Portal Vany Musik


Por: Ti Chiny O Agro Rapper
Revisão: Estevão Ngundia

Na verdade são variadíssimas vezes que ouvimos indivíduos dizerem "Eu sou o Rap, Eu sou o Hip Hop", em pessoas que dão, deram e deixaram de dar o seu contributo nesta kultura a décadas. 

Lançaram a pedra e não levantam a casa, e nem tem olhos para ver onde o barco irá atracar, e nem ouvido de ouvir se o mesmo naufragou. 
Nem sequer marcam presença em vendas de obras dos manos do Movimento, muito menos em shows aparecem, só para não dizer em outros eventos. 
Quando dizem que são, ou é Cristão e não segue - se Cristo, é um grande sacrilégio. 

Não importa as circunstâncias, a condição social, mas cada um a sua maneira deve dar a sua esmola para o engrandecimento desta kultura. 
Conversas paralelas, de bares, ilhas no grupo, são necessárias, mas a presença e o associativismo é indispensável para a organização de qualquer sociedade. 
Hip Hop, já é uma força contagiante que rompe ideologias de qualquer natureza, em todos cantos do planeta Terra e quiçá também noutros planetas. 
Hip Hop é associativismo, activismo, é partilha e solidariedade, é paz, amor, saúde e diversão. 
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