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Espaço Amigos da Literatura: "O limite do mundo" Por João Angelino - Portal Vany Musik

Por: João Angelino
Revisão: Estevão Ngundia

Existem pessoas que a única riqueza que têm é o seu passado, por muito que se sabe, o passado devia ser um estado morto, mas é improcedente este pensamento, sendo que somos em grande escala, aquilo que fizemos no passado. Não se pode anular o passado tão pouco impedir que os seus efeitos venham à tona.

Absolutamente tudo nessa terra tem um passado, até os seres inanimados.
Literalmente o mundo tem um termo, mas nunca se encontrou o marco do mundo. Se dermos um salto rapindinho para a antropologia teologica, deveremos perceber que os escritos sagrados, fazem referencia ao mundo retratando pessoas, seres humanos.
O Limite do mundo descrito nessa épica obra é abordado nesta perspectiva.
- Ei, já te sentiste viva alguma vez?
-Como assim, Velhote? Estou viva!
Disse ela espantada...

- Estar viva é uma coisa, sentir-se viva é outra coisa bem diferente.
O velhote falava com extrema velhice no rosto. Ele era mesmo um velho. Tinha um andar de velho. As suas palavras inspiravam também o excesso de velhice, mas contrariamente a natureza fisica dos velhos, eles têm uma maturidade de pensamento muito assente, parece que já tiveram muitas vidas. Mas nem todos os velhos são delegados na grande escola da vida.
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